Porque você planeja um casamento por quase 1 ano, e quando passa a festa, você pensa: já passou? Mas eu nem aproveitei…
Tem que aproveitar mesmo :D
via Danilo, nosso preferido.
Porque você planeja um casamento por quase 1 ano, e quando passa a festa, você pensa: já passou? Mas eu nem aproveitei…
Tem que aproveitar mesmo :D
via Danilo, nosso preferido.
Eu já disse algumas várias inúmeras vezes que amo luzinhas.
E o que eu penso é: elas não precisam estar só no natal não. Aliás, devem estar presentes no dia a dia #fato.
E no casamento principalmente. Resta saber onde, hein Liana?
Já tô separando uma surpresinha para o meu fotógrafo <3
Você, assim como eu, uma pessoa comum, um filho de deus… Já deve ter dividido algo em três vezes no cheque, certo?
Um para “hoje”, o outro em 30 e o último para 60. E esse dos 60, noooossa como parece que demora a chegar!
Mãs, quando se trata de um casamento, ou melhor, do SEU casamento, aí 60 dias é MUITO POUCO.
57 dias então!!?

O que sei é que faltam 57 dias, para o resto de nossas vidas, Querido!
Ps: obrigada a Pá pela imagem <3
Este blog nasceu porque eu tinha um google docs que compartilhava com as amigas TMI íntimas.
Aí eu pensei: vamos compartilhar com todas as mulheres, porque mulher adora a felicidade alheia (sim, algumas de fato gostam de ver a amiga feliz), e porque é gostoso ir mostrando o que estamos vendo de referências.
Além do que, assim ficava mais fácil d’eu enviar as referências para a santa Gizella.
E como eu gosto de compartilhar e esse blog é meu e eu faço que quero, seu xereta!, resolvi escrever aqui alguns sentimentos.
Ficar noiva, é indescritível. Aquele momento onde o noivo me perguntou se quero casar com ele… Bem, até agora não caiu a minha ficha para ser sincera.
Mas sabe?
Amor, né?
Que coisa engraçada. Que coisa estranha. Que sentimento forte, marcante, sério e puro.
O noivo me enviou um texto sobre Amor. E aí eu resolvi extender um pouco mais aqui o meu pensamento.
Me incomodam as brigas pequenas. Me incomodam as alfinetas. Me incomodam os joguinhos bobos.
Quer falar, fala. Não quer, não fala. Sentiu isso, me avisa. Não sentiu nada, ok. E segue, entende?
E aí, lendo essa parte:
“(…) o amor incondicional das mães, pelo motivo óbvio: doação.
Nos sentimos amados quando temos consciência de que, apesar de estarmos “errados”, de termos falhado, alguém está do nosso lado, está conosco, nos apoia, nos ajuda a levantar. Essa generosidade nos prova que somos amados.“,
pensei: as pessoas não se doam aos outros também pelo orgulho que tem.
Eu não sei, e posso ser a pessoa mais ingênua do mundo neste momento mas vou dizer que não tenho orgulho no meu relacionamento.
Ele que errou e eu tenho que pedir desculpas? Não, não é assim. Mas é uma questão de entender que ele errou, que para ele é lógico o pensamento e que isso é tão pequeno que você deve deixar para trás e mudar de assunto. Porque de fato, é pequeno.
As pessoas pedem provas de amor. Que prova de amor? De onde tiraram isso?
Eu gosto de me doar as pessoas, àqueles que amo.
Mas quem ama mais que quem? Não importa.
Eu não sei… Eu não sei… Mas acho que às vezes, o amor é puro. E aí ele não precisa de provas, de brigas, de alfinetes, de mais ninguém.
Para mim, se eu amo ele, já basta.
Ele é a minha primeridade.
Querido, feliz ano novo!
2012 será um ano inesquecível para mim.
Desde pequena eu adoro mexer com tesoura, cola Pritt ou Tenaz e papel.
Agora que estou noiva, resolvi fazer um caderno com referências para o casamento, brincando de recortar e colar tooooooodas as revistas de noivas que vejo pela frente, além de fazer a lista dos convidados a mão e poder escrever um pouco sobre os meus sentimentos e pensamentos.
E… resolvi também fazer um blog, porque brinquei no twitter que faria, e as pessoas loucas acharam legal.
Agora tô aqui.